
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
DIRECIONANDO
Nele, que se fez como um de nós para dar-nos o céu.
Natanael
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
ORAÇÃO; O ELO QUE LIGA A TERRA E O CÉU!

O que é oração? Será que é um favorzinho ou uma mãozinha que pedimos aos céus para nos ajudar? Muita gente pensa assim e dirigem suas orações a santos padroeiros, à virgem Maria, a Deus (Deus?) e a todos que, segundo acreditam, possam de alguma forma trazer ajuda para solução de seus problemas.
Mas contrário a essa forma de crer, oração ultrapassa os limites do pedir e suplicar. Oração é muito mais que isso:
- ORAÇÃO É RELACIONAMENTO!
- ORAÇÃO É ADORAÇÃO!
- ORAÇÃO É INTIMIDADE!
A tradição religiosa ensina o estigma da oração-reza. Alguém decora uma reza e pensa que isso é uma oração. Quanta gente vai por essa estrada e reza, muitas vezes com o seu coração distante do próprio objetivo da sua oração. Outros ainda que fervorosos, caem no engano da religiosidade. Mas o que a Bíblia nos ensina a esse respeito? Para aprendermos um pouco sobre a questão, vamos tomar o texto de Mateus 6.9-13:
“Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino. Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. E não nos induzas à tentação, mas livra-nos do mal; porque teu é o Reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém!”
Nesta passagem, Jesus nos dá um “modelo” de oração. Lucas registra que os discípulos pediram para que Jesus os ensinassem a orar. Assim sendo, Jesus lhes dá um modelo. Dentro desse contexto analisamos o conteúdo desse exemplo de oração.
1) Jesus nos ensina que a oração deve ser dirigida ao PAI.
É contrária aos ensinos Bíblicos a oração dirigida a qualquer pessoa que já morreu, sejam eles santos padroeiros ou qualquer entidade religiosa. Não! A oração deve ser dirigida a Deus. Vários registros Bíblicos nos ensinam que a oração deve ser feita em nome Jesus (João 14.13; 15.16; 16.23, etc.), pois Ele é o único mediador entre Deus e os homens (1 Tm 2.5) e ninguém pode ir a Deus, se não através de Jesus (João 14.6).
2) Pai nosso que estás nos céus:
Aqui se estabelece um problema para uma grande multidão, pois a Bíblia diz que nem todos são filhos de Deus. Todos são criaturas de Deus, mas, filhos são aqueles que receberam o presente de Deus, a saber: JESUS. Receber a Jesus significa reconhecer que não há outro que possa salvar-me. Receber a Jesus é tê-Lo como Senhor e Salvador único e suficiente da minha vida. Ao declarar isso, a Bíblia diz que Deus fez de mim seu filho (João 1.12). Assim, Deus é Pai de uma família que toma o Seu nome nos seus lábios e que confessa a Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas.
3) Santificado seja o teu nome:
Deus é santo. Por que será que Jesus põe essa frase aqui? Por que santificado seja o teu nome? O sentido é que Deus deve ser honrado e glorificado na vida de seus filhos. Dizer ao Pai: Santificado seja o teu nome, é dizer: Pai, que a minha vida transborde de glória e honra e que meus atos e comportamentos sejam revestidos da tua justiça e santidade.
4) Venha o teu Reino:
Aqui também se pergunta por que “venha o teu Reino?” Deus não reina soberano sobre tudo? Sim, mas não é esse o sentido. Para sabermos, devemos ver o que a Bíblia diz sobre o Reino: Romanos 14.17 nos dizem: “porque o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo”. Então o Reino de Deus é algo que está dentro do indivíduo. Para que isso acontecesse, o plano de Deus em Cristo Jesus deveria ser cumprido através da cruz. Orar pedindo “venha o teu reino”, significa pedir que o Reino alcance mais vidas.
5) Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no céu:
O céu está cheio da glória de Deus. A Bíblia nos ensina que a terra se encherá da glória de Deus. Então essa é Sua vontade. Orar para que a vontade de Deus seja feita na terra como ela é feita no céu, é desejar que essa glória se manifeste aqui na terra. E como ela se manifestará? Através dos seus filhos. Orar pedindo especificamente isso, é desejar ser canal da glória de Deus. É manifestar a luz a um mundo de trevas.
6) O pão nosso de cada dia nos dá hoje:
O aspecto aqui é de um Deus bondoso e amoroso que cuida dos seus filhos e supre cada uma das suas necessidades. Por isso a Bíblia é enfática quanto à preocupação: Não devemos nos preocupar com nada, pois o nosso Pai cuida de nós.
7) Perdoa as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores:
Tem gente que recita essa frase e não tem idéia do que está falando. O perdão flui de um coração unido ao coração do Pai, porque ele foi perdoado. Desse modo, eu não perdôo para ser perdoado, mas porque fui perdoado. Aquele que experimenta o perdão de Deus não o toma para si próprio, mas reparte aquilo que Deus lhe deu.
8) E não nos induzas à tentação, mas livra-nos do mal:
Essa parte deve constar sempre em nossas orações, pois a Bíblia nos diz que temos uma luta e que ela é espiritual. Esse pedido é para que o Pai nos livre das circunstâncias que pode envolver-nos no pecado. Também representa aqui, como disse acima, uma personalidade, ou seja: Satanás. As Escrituras nos ensinam que ele se opõe aos filhos de Deus e que em primeira instância é o causador de toda espécie de males, tais como: enfermidades, brigas, desavenças, guerras e todo tipo de infortúnio, pois sua missão é matar, roubar e destruir.
CONCLUSÃO
Como destaquei no início, a oração se reveste de um ato de adoração e de um relacionamento íntimo com Deus. Por isso ela não pode ser uma reza ou ladainha, antes demonstra uma via de duas mãos, onde eu falo com Deus e ouço no meu coração a Sua doce voz. Oração é desprender-se de si mesmo e entregar-se ao Espírito Santo, para que Ele mesmo ore através de você. Quando você ora dessa maneira, estará orando segundo a vontade de Deus e como nos diz o apóstolo João em 1 João 5.14: “E esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve”.
Jesus não nos deu uma reza, antes nos concedeu um modelo de oração. Aliás, Ele mesmo é o nosso modelo, pois passava várias horas orando ao Pai e expressando com os seus lábios a intimidade que Ele mesmo tinha com Deus. Seja assim também em nossas vidas.
terça-feira, 28 de julho de 2009
SEDE DE DEUS
Davi numa expressão poética exclamou: “a minha alma tem sede do Deus vivo”. Quando analisamos essa frase pensamos em nós e não em Davi. Quantos de nós poderia realmente expressar que tem sede de Deus? Essa é a grande questão dentro das igrejas. Temos um amontoado de gente religiosa e poucas pessoas com sede de Deus.
Pessoas vem às igrejas para assistirem ao culto, sentirem-se bem, cantarem, elevarem as suas vozes ao céu em busca de uma bênção. Diante disso, pergunto: Qual o real sentido do culto ao Senhor de toda a terra? Parece que muitos perderam esse sentido, pois antes de virem “assistir ao culto”, deveriam cultuar. Antes de virem buscar uma bênção, deveriam trazê-la de casa e partilharem com os irmãos, pois é na casa de quem tem sede de Deus que ela se manifesta primeiro.
Deus disse a Moisés: “Diga ao povo que me traga azeite puro batido” (Ex 27.20). De onde o povo deveria trazer o azeite? De casa! O azeite é o símbolo do Espírito Santo. Trazer de casa significa que eu já tenho o azeite. E para ter tal suprimento em quantidade devo comprar mais do produto. A Bíblia nos diz que devemos nos encher do Espírito Santo (Ef 5.18), e para ser cheios devemos busca-Lo. E onde começa essa busca? Na igreja? Certamente que não. Essa busca começa primeiro em minha casa. É em casa, no meu quarto, na minha intimidade que essa busca se inicia e este princípio se fundamenta na sede que tenho de Deus.
Meu desejo e minha oração é que Deus nos desperte. Que Ele provoque em cada um de nós uma sede irresistível dEle mesmo ao ponto de podermos dizer como Davi: “A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo”.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
PERDENDO O MUNDO E GANHANDO A ALMA

I João 2. 15-17 “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procedem do Pai, mas procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente”.
Quanto tempo você pensa que vai viver neste mundo? Qual a sua expectativa de vida? Você conhece alguém com quinhentos anos de idade? Já pensou sobre isso? Certamente que sim. As pessoas se preocupam com a morte e não gostam de falar sobre ela. Entretanto, vivem como se nunca fossem deixar este mundo para seguir o caminho de todos aqueles que já foram antes de nós.
O ponto que a Bíblia enfoca no final do texto acima, toca na ferida. Ora, tudo passa inclusive o mundo. Então a pergunta é: Por que amamos tanto esse mundo passageiro? Por que nos apegamos tanto a coisas que não permanecerão, mas acabarão? Por que valorizamos tantas coisas que não possuem valor algum? Convido você a refletir comigo...
O mundo tratado por João é o sistema de vida fomentado por Satanás e em rebeldia contra Deus. É a sociedade independente de Deus e sem a linha do prumo, da justiça e da retidão de Deus. João explica o que há no mundo:
1- A concupiscência da carne
A palavra concupiscência significa: ANSIAR; DESEJAR ARDENTEMENTE. Carne é um termo bíblico para nossa “humanidade”.
A concupiscência da carne simboliza a vida dominada pelos desejos, com pouco respeito por nós e por outras pessoas, e quando o princípio do prazer é ativado pelo egoísmo e pela auto-satisfação, usamos as pessoas como “coisas”.
2 - A concupiscência dos olhos
É a incapacidade de ver alguém ou algo sem desejá-lo para nós mesmos como um símbolo de segurança. O olho observa o que lhe é agradável, levando a mente a cobiçar, e quanto mais se obtém, mais se quer.
3 - A soberba da vida
A soberba da vida é como um narcótico. Injetamos os componentes dos valores humanos e estes estimulam a nossa AUTO-IMAGEM e produzem em nós o AUTO-ENGRANDECIMENTO e a AUTO-SUFICIÊNCIA.
V. 17: “ Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente”.
De acordo com os padrões desse mundo, dinheiro e poder são as avenidas por onde trafega o sucesso. Infelizmente, em muitas igrejas ouvimos mensagens que se conformam com esse padrão, mas esse não é o sucesso segundo Deus.
Você pode me perguntar: Então qual é o conceito de sucesso segundo Deus? O versículo 17 de João nos dá uma pista. E por ela, podemos afirmar que o sucesso dentro do conceito de Deus é permanecer para sempre. E quem permanece para sempre? Aquele que faz a vontade de Deus.
CONCLUSÃO
Um dos desafios do cristão verdadeiro é viver no mundo, mas não permitir que o mundo viva dentro dele. Jesus disse que estaríamos no mundo, mas não seríamos do mundo. O romance com o mundo é alimentado pela possibilidade de reconhecimento, popularidade e prosperidade. Nas palavras de Jesus, PODEMOS GANHAR O MUNDO E PERDER A ALMA.
REFLETINDO: Em que condição você se acha? Ganhando o mundo e perdendo a alma ou PERDENDO O MUNDO E GANHANDO A ALMA?
quinta-feira, 12 de março de 2009
FIDELIDADE
Quando falamos sobre fidelidade muita gente não tem idéia da força desta palavra. A base de qualquer relacionamento é a fidelidade. Isso se expressa em verdade e deve fazer parte do caráter de cada um de nós. O relacionamento que quero destacar aqui é o relacionamento com Deus. Cristianismo não é uma religião. É muito mais do que isso. É relacionamento! Sim, é uma via de duas mãos por onde trafega o amor de Deus, posto que o homem foi criado com o objetivo de ter comunhão e amizade partilhada com aquele que fez os céus e a terra. Você pode afirmar ser um cristão, mas faça um exame introspectivo e avalie a sua fidelidade ao Senhor. Continue lendo…
A história dos mártires do século XVI apresentam um quadro quase inacreditável. Eles foram torturados e assassinados por terem colocado sua fé somente em Jesus. Vejam este breve trecho de uma carta que a esposa de Habs Van Nunstdorp escreveu de uma prisão na Holanda, enquanto aguardava sua execução, para sua filhinha que acabara de dar à luz.
“Que o verdadeiro amor de Deus e a sabedoria do Pai te fortaleçam na virtude, minha queridíssima filha… Eu te entrego ao Todo-Poderoso, Grande e Terrível Deus, pois somente ele é sábio para te guardar e te deixar crescer em Seu amor… tu que és tão jovem e a quem devo deixar aqui neste mundo mau e perverso… Uma vez que tu és agora privada de pai e mãe, eu te entrego ao Senhor; deixe que ele faça na tua vida a sua santa vontade…
Minha querida ovelhinha, eu estou aprisionada… não posso te ajudar de modo algum; tive de abandonar o teu pai por amor ao Senhor… nós fomos presos… e eles o afastaram de mim… E agora que eu… te guardei dentro do meu coração, com grande tristeza durante nove meses, e te dei à luz aqui na prisão, com muitas dores, eles te tomaram de mim… agora que estou sendo entregue à morte, e devo te deixar sozinha aqui, através destas linhas devo levar-te à lembrança de que quando estiveres obtido consciência, te emprenhes em temer a Deus e examinar porque e por cujo nome ambos morremos e não te envergonhes… de nós; é a maneira como os profetas se foram e o caminho estreito que conduz à vida eterna.”
Você pode imaginar-se no lugar dessa mãe ou desse pai? Diante de tal testemunho, que diremos desse “cristianismo” pregado nos dias de hoje, onde o centro das atenções é o próprio ser humano e não Cristo… Como esse “evangelho” pode operar fidelidade? Como pode forjar verdadeiros cristãos?
Pense… e avalie.
Que Deus te abençoe.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
LIBERDADE PARA ESCOLHER

Você já ouviu alguém comentar sobre uma das mais fascinantes coisas que Deus nos deu que é a liberdade para escolher? Em todas as situações da vida, sempre temos duas ou mais possibilidades para escolher. E a cada momento a vida nos exige decisão. Sempre temos que optar entre uma ou outra atitude. Desde o momento em que abrimos os olhos, pela manhã, estamos optando entre uma atitude ou outra.
Ao ouvir o despertador podemos escolher entre abrir a boca para lamentar por não ser o nosso dia de folga ou para agradecer a Deus por mais um dia de oportunidades.
Ao encontrarmos o nosso familiar que acaba de levantar, podemos escolher entre resmungar qualquer coisa, ficar calado, ou desejar, com todo o nosso coração, um bom dia.
Quando chegamos ao local de trabalho, podemos optar entre ficar de bem com todos ou buscar o isolamento, ou ainda, contaminar o ambiente com mau humor. Quando alguém o ofende, você pode escolher entre revidar, calar-se ou oferecer o tratamento oposto. A decisão é sempre sua.
O que vale dizer aqui, é que todas as ações terão uma reação correspondente como conseqüência. E, essa reação é de nossa total responsabilidade. Devemos ensinar nossos filhos desde cedo. Caso a criança escolha agredir seu colega e leve uns arranhões, deverá saber que isso é resultado da sua ação e, por conseguinte, de sua inteira responsabilidade.
Tudo na vida está sujeito à lei de causa e efeito, para uma ação positiva, um efeito positivo, para uma ação infeliz, o resultado correspondente. Se você chega ao trabalho bem humorado, alegre, radiante, e encontra seu colega de mau humor, você pode decidir entre sintonizar-se na faixa dele ou fazer com que ele sintonize a sua. Você tem ainda outra possibilidade de escolha: ficar na sua. Entretanto, da sua escolha dependerá o resto do dia. E os resultados lhe pertencem.
A Bíblia nos ensina que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Pois bem, nós estamos semeando e colhendo o tempo todo. Se semearmos sementes de flores, colheremos flores, se plantarmos espinheiros, colheremos espinhos. Não há outra saída. Mas o que importa mesmo é saber que a opção é nossa.
Somos livres para escolher antes de semear. Aí é que está a justiça divina. Mesmo as semeaduras que demoram bastante tempo para germinar, um dia darão seus frutos. São aqueles atos praticados no anonimato, em surdina, que aparentemente ficam impunes. Um dia, ainda que seja numa existência futura, eles aparecerão e reclamarão colheita.
Igualmente os atos de renúncia, de tolerância, de benevolência, que tantas vezes parecem não dar resultados, um dia florescerão e darão bons frutos e perfume. É só deixar nas mãos daquele que fez os céus e a terra, pois a sua justiça não falha.
Medite nisso!
Alguém levantou cedo pensando no que tinha a fazer antes que o relógio marcasse meia-noite.
É sua função escolher que tipo de dia vai ter hoje. Pode reclamar da chuva ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Pode ficar triste por não ter dinheiro ou se sentir encorajado para administrar as suas finanças, evitando o desperdício. Pode reclamar sobre a sua saúde ou dar graças por estar vivo. Pode se queixar dos seus pais por não terem dado tudo o queria ou pode ser grato por ter nascido. Pode reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter um trabalho. Pode sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer por ter um lar para cuidar e uma família. Pode lamentar decepções com amigos ou se entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saírem como planejou, pode ficar feliz por ter o hoje para recomeçar. Pode tomar café amargo sabendo que tem o açúcar para adoçá-lo.
O dia está na sua frente esperando para ser o que você escolher. Aí está você, o escultor que pode dar a forma. Tudo depende da sua escolha, ou seja; a hora seguinte será reflexo da hora atual. O dia de amanhã trará os resultados do dia de hoje. É assim que vamos construindo nosso bem-estar ou o nosso mal-estar no futuro imediato ou longínquo, de acordo com a nossa escolha, sabendo, porém, que as conseqüências são inevitáveis!
Fiz menção desse assunto, da liberdade de escolha, com um propósito bem definido dentro de mim mesmo. Tudo isso, não só porque desejo que você tenha uma vida abençoada nesse mundo, mas, sobretudo para lembrá-lo (a) de que Deus te concedeu o livre arbítrio, exatamente para que você possa escolher o que Ele tem proposto em Sua Palavra: A vida eterna em Jesus Cristo.
Quer saber mais sobre isso? Escreva-me. Se existir qualquer impossibilidade, procure uma igreja evangélica mais próxima da sua casa.
domingo, 4 de janeiro de 2009
PLANOS E PROJETOS
No Brasil, é muito comum, nessa época de fim e começo de um novo ano, você andar pelas ruas de comércio e ver placas nas lojas e estabelecimentos, sinalizando “estamos fechados para balanço”. Os proprietários de empresas, pequenas ou grandes, fazem um balanço do seu negócio: Quanto vendeu, quanto têm de estoque, qual o valor a receber e qual o lucro apurado. Depois de tomado o resultado, novas estratégias, novos planos e projetos são elaborados para o ano que se inicia. Quem sabe, manter a mesma linha de atuação, ou mudar, com vistas a um incremento de vendas, buscando um crescimento do negócio. Quais as ponderações, quais os objetivos? Sobre eles estabelecem a nova diretriz.
Por que começo a minha palavra com essa abordagem? Porque entendo que a época e o lugar são propícios para tal. Quantas pessoas não estão refazendo os seus planos, tecendo os seus projetos para 2009? Aqui ou no Brasil, muitos, certamente. Há ainda aqueles que chegaram na Europa (ou qualquer outro país) recentemente, e com eles, sonhos e projetos para uma vida melhor. Ao longo da minha experiência de vida, já conheci muitas pessoas, centenas delas, que tiveram os seus planos frustrados. Construíram tantos castelos e viram todos eles, com muita tristeza, desmoronarem. Por que isso acontece? Será que não planejaram de acordo? O que fizeram de errado?
Como pastor tenho uma resposta para você. Abrindo a Bíblia, a Palavra de Deus, em Tiago capítulo 4 dos versículos 13 a 16, temos um texto contundente que fala a respeito do assunto. Leiamos juntos: Eia agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã iremos a tal cidade, ali passaremos um ano, negociaremos e ganharemos; vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Pois nada mais sois que um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece; em vez de dizerdes: Se o Senhor quiser, viveremos, e faremos isto ou aquilo. Agora, porém, vos jactais das vossas presunções; toda a jactância tal como esta é maligna.
O que Deus quer falar conosco através dessa passagem? Entendo que o Espírito de Deus nos deixa saber sobre: a) a falência dos projetos humanos b) a falência da vida.
Nesse texto aprendo, que os planos que fazemos sem incluir o Deus de toda a terra, são candidatos à falência, ou seja, não darão certo. Por que tanta ênfase e tanta certeza que não darão certo? Porque nada, sem a bênção de Deus, prospera. Você pode conhecer pessoas que não incluíram Deus em suas vidas e, aparentemente, serem prósperas e terem os seus planos e projetos concluídos dentro de detalhes, contudo, o fim de suas vidas dará testemunho da Palavra de Deus, pois o nosso Deus não pode mentir (Tito 1.2). Um homem chamado Asafe passou por uma experiência e compartilhou-a conosco quando compôs o Salmo de nº 73. Ele observava a vida das pessoas que não tinham o Senhor como Deus em suas vidas, e como elas prosperavam em tudo que faziam. Ele não compreendia e isso o inquietava. Até o dia em que entendeu “o fim deles” (Sl 73.17). Aqui vemos a falência dos projetos humanos com a falência da vida. A Bíblia nos diz que a vida é como um conto ligeiro (Sl 90.9). Tudo passa rapidamente. Ninguém fica pra semente. As palavras de Jesus parecem ecoar sobre esse assunto, quando ele chama aquele homem que planejou, trabalhou, conquistou e mandou preparar grandes depósitos para todos os seus bens, de louco, “pois o que tens preparado para quem será”? (Lc 12.20).
Aprendo ainda, que essa passagem de Tiago, nos convida a incluir o Senhor em nossos planos e projetos.
Quem sabe o que você está planejando para a sua vida e a sua família nesse ano que se inicia? Qual será o seu futuro? O convite é para que você faça de Jesus, o Senhor da sua vida. Planeje e projete, mas debaixo da bênção de Deus. Provérbios 16:1 registram: “As pessoas podem fazer seus planos, porém é o SENHOR Deus quem dá a última palavra”.
Planos e metas são necessários, mas não se esqueça de convidar ao Senhor para fazer parte de todos eles. Muitas pessoas planejam o casamento, a carreira profissional, o emprego, etc., mas tudo isso sem Jesus, não dá. Tome um tempo agora, onde você estiver e faça essa oração comigo:
“Deus Pai, o teu Espírito me mostrou que não posso excluir o Senhor da minha vida. Neste instante eu te convido para fazeres parte dela, reconheço que preciso de Jesus e abro a porta do meu coração, para que Ele venha, e faça nele morada”.
Se você fez comigo essa pequena oração, deixe-me saber. Entre em contato comigo pelo e-mail abaixo, ou procure uma igreja evangélica mais próxima da sua casa.
E-mail: prnguk@sky.com
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
ATÉ QUE A MORTE OS SEPARE
Após alguns dias afastados do BLOG por algumas questões pessoais, volto a postar sobre o assunto em pauta com o objetivo de promover uma reflexão, principalmente para aqueles que atravessando uma tempestade em seu casamento, buscam soluções para salvar a família dentro desse contexto perturbador das relações a dois em que vivem.
Muitos buscam a solução no divã de um psicólogo, outros batem à porta de um sacerdote e outros ainda simplesmente jogam a toalha e, num ímpeto, resolvem que a melhor coisa a ser feita é abandonar a esposa(o), filhos e tudo mais, pois fazendo assim pensam por si mesmos que os problemas serão definitivamente resolvidos.
Em primeiro lugar devemos ter o entendimento de que não existe na face da terra casamento perfeito. A idéia adolescente na mente daqueles que desejam a união de almas é formada pelo conceito de que essa união terá será sempre o fogo da paixão que devasta os seus corações e que seus laços de marido e mulher serão perfeitos. Não! Essa abstração não suporta, muitas vezes, os dois primeiros anos de casados. Então, que visão madura deve-se ter a respeito da união de um homem e uma mulher que se amam? A realidade que devemos guardar é que os casamentos podem ser felizes e que ambos os cônjuges enfrentarão dificuldades nos relacionamentos, mas podem e devem acima de tudo, acertarem essas diferenças. É disso que quero tratar aqui.
Na mente de muitos casais que estão caminhando para o altar, se fixa a praticidade do século XXI, que aculturou a sociedade como um todo, ou seja: vamos nos casar, mas se não der certo, nos separamos e então cada um vai cuidar da sua vida. Nos dias de hoje experimentamos uma sociedade formada por gente profundamente infeliz, por laços de matrimônios desfeitos, por filhos abandonados e quando não há a separação, os cônjuges traem-se um ao outro e nesta base temos formado os nossos conceitos a respeito da família e isso sem contar com o patrocínio da mídia. Na televisão, nossos filhos e nós mesmos estamos presenciando os ídolos do povo trocando os parceiros a cada instante, desfazendo os seus lares como quem se desfaz de um objeto qualquer. Absorvemos de tal maneira esses exemplos que encaramos com a maior naturalidade o rompimento dos casamentos. Quando damos conta do mal, ele já está formado e se espalha atingindo até à nossa família. Bem, alguém poderia dizer: Como podemos então consertar isso? Ou ainda, como trabalhar um relacionamento que vai pelo ralo?
Aqui quero abordar os princípios e para começar, quero dizer que o casamento pode ser comparado a uma folha de papel que você tomou e em seguida passou cola superbonder e colou outra folha unindo as duas. Após ter efetuado a colagem, tente descolar sem rasgar as folhas. Impossível! Assim são as relações desfeitas.
Por princípios, entendo que eles estão fixados como regra de vida e relação a dois, na Palavra de Deus. O Senhor nos conhece e sabe de que tipo de material fomos feitos. Assim em sua Palavra, a Bíblia, Ele nos mostra como devemos viver. Por exemplo: Existem várias queixas por parte de um ou de outro cônjuge com relação ao casamento. A esposa queixa-se do marido que não lhe dá atenção, por sua vez o marido diz que a esposa não larga o seu pé, outros dizem que o problema é a falta de comunicação ou que o amor já se apagou e quem sabe os mais diversos problemas poderiam ser abordados aqui, no entanto não vou falar sobre eles, mas sobre o alicerce ou a base da união matrimonial.
Muitos afirmam que essa base é o amor e que os relacionamentos de marido e esposa devem ser sedimentados nessa premissa. Sem sombra de dúvida concordo com essa assertiva, entretanto precisamos entender e compreender o que é o amor. Para isso devemos atentar para o seu significado e desdobramentos:
- Amor Eros: Esse tipo de amor fala da relação da carne, da paixão, do fogo, do sexo, da atração fatal. Esse amor é uma bênção na vida de um homem e de uma mulher e nunca deve ser encarado como um pecado, dentro dos princípios que o regem. Ele deve ser praticado, sentido e degustado, mas somente dentro casamento. Não deve ser encarado como um ato biológico e de simples procriação, mas, sobretudo como uma união de almas e espírito, pois nesse ato Deus nos diz que o homem e sua mulher se tornam uma só carne diante do Criador.
- Amor Phileo: Esse tipo de amor está relacionado com amizade e também com sentimentos fraternos. Parece que a sua intensidade se manifesta na troca, ou seja, na medida em que recebo, eu também dou. Deve estar presente no casamento, mas não se limita a essa relação, pois o vemos no seio da família e dos amigos.
- Amor Ágape: Esse tipo de amor é o que podemos chamar de amor incondicional. Ele nada espera em troca. Se doa, se importa, acolhe, sofre, é benigno e paciente.
Diante dos problemas do casamento, como poderemos enfrentá-los e desafiar as circunstâncias que buscam destruir aqueles a quem Deus uniu? Sabemos que numa relação, a responsabilidade pelo relacionamento, se bom ou mal, nunca recai somente sobre um dos cônjuges, mas os dois são em última instância responsáveis pela aliança do matrimônio. Agora, o que podemos analisar é que quase sempre as pessoas desistem de salvar o casamento porque simplesmente não lhes interessa mais aquela união ou porque nesse momento já existe uma terceira pessoa envolvida, ou ainda a escusa que lhes parece mais que perfeita é aquela famosa frase: “Descobri que não te amo mais”, sendo assim não há como prosseguir com isso.
Nestas relações há quase sempre a quebra de princípios estabelecidos por Deus. Devemos tratar dos problemas de origem e creio que há pessoas bem intencionadas em ajudar casais em apuros. Há também um vasto material nas prateleiras sobre esse assunto e talvez por isso e também por falta de tempo não entro nas questões, mas observar a ênfase e a estrutura de um relacionamento bem sucedido, é o meu objetivo.
Essa estrutura, como já disse, é o amor. Esse princípio que rege o casamento é que precisa ser observado. Por que observado e não simplesmente “sentido”? Porque acima de tudo o amor é uma decisão. Eu decido amar! Como pode ser isso? Como posso amar sem sentir? Como posso amar alguém que me feriu, traiu e se volta contra mim? Difícil até para explicar, mas foi exatamente assim que Deus nos amou. Nós o rejeitamos e o abandonamos, contudo Ele planejou nos resgatar por causa do Seu amor por nós.
Como Ele sabe tudo a nosso respeito, Ele nos deu direções para resgatarmos ou mantermos um casamento abençoado. Por exemplo, quando ele fala ao homem Ele diz: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Ef 5.25). Por que será que Ele não perguntou se o marido estava sentindo ou não amor pela sua esposa? Ele simplesmente ordenou: Ame! Por quê? Porque esse amor é o amor Ágape, o amor incondicional. Não se trata do amor sentimento, mas do amor altruísta. E como deve ser esse amor? O padrão é Jesus. O marido deve amar a sua esposa a ponto de dar a sua vida por ela. Você seria capaz disso?
E para a esposa? Qual o princípio estabelecido? Na mesma carta aos Efésios no capitulo 5, verso 20 a Bíblia registra: “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor”. Quando se fala em submissão as mulheres do século XXI, padecem de uma síncope. Quando em nossa geração podemos observar a esposa sendo submissa ao seu marido? Há um choque de cultura aqui, dizem. Nos tempos bíblicos e até hoje em países que guardam os costumes mais antigos, como os países árabes, por exemplo, isso não é novidade. Mas para nós do ocidente, onde já se viu tal coisa? Mas é exatamente isso que a Bíblia nos diz. Se para o marido temos uma condição em que as mulheres se agradam, contudo quando a questão agora é o papel da esposa, muitas chegam a pensar que a submissão é pior que a separação. Ledo engano! Deus sabe o que é melhor para a família. Quando princípios são quebrados, podemos sentir os curtos-circuitos na relação. Quando observamos os planos de Deus para o casamento podemos esperar um casamento feliz, não perfeito, mas feliz. Note uma coisa: A atitude do marido e da esposa deve ser baseada no princípio do amor. Submissão em amor, e no caso do marido, liderança em amor. Desta forma você poderá crer que o seu casamento tem conserto como também poderá experimentar a felicidade, pois essa é a vontade de Deus para a sua vida.
Teria muito ainda o que falar sobre isso, mas finalizando quero dizer que ainda há outro texto bem interessante na Bíblia que diz o seguinte: “Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se rebenta com facilidade” (Eclesiastes 4:12). Numa figura alegórica o que poderia representar esse cordão de três dobras? Em primeiro lugar verifique que o texto fala de duas pessoas. Aqui essas duas pessoas podem representar o esposo e a esposa. Se eles fundamentarem o seu casamento em princípios da Palavra de Deus, eles serão fortes e não se quebrarão com facilidade. Em segundo lugar, se de fato existir o amor em seus desdobramentos, certamente esse cordão de três dobras não se quebrará facilmente. Em outras palavras se no seu casamento existir o amor Ágape, o amor Phileo e o amor Eros, então esse cordão se tornará forte. Pessoas podem objetar que casais que já passaram da idade não cultivam mais um relacionamento do amor Eros, mas não é isso que vemos e ouvimos até mesmo pela medicina. Não importa a idade, mantenha a chama do amor. Ame. Ame desesperadamente. Ame como Cristo nos amou e deu a sua vida por nós. Cuide dessa relação, pois o que DEUS UNIU NÃO O SEPARE O HOMEM!
Que Deus abençoe a todos!
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
CASAMENTO: PRODUTO COM DATA DE VALIDADE! SERÁ?

Ricardo e Carla são nomes fictícios de um jovem casal. Ele está na casa dos trinta e ela dos vinte e oito. São casados há oito anos e possuem duas filhas. Carla está assentada em sua poltrona, pensativa e recordando os anos que passaram. Seu semblante demonstra que ela esteve chorando. Com os olhos vermelhos e o lenço na mão, ela se lembra de Ricardo fazendo planos para o casamento. Sua mente foi arrebatada pela lembrança dos instantes em que os preparativos para as bodas eram o assunto do momento. Não se falava em outra coisa e tudo girava em torno das núpcias que contrairia em poucos dias. Estava apaixonada e só tinha pensamentos para o futuro marido. Ele, jurando amores por ela se declara a todo instante.
De repente ela ouve um barulho do telefone, que lhe chama de volta à realidade. Ao atender, do outro lado da linha está Ricardo, dizendo a ela que o seu advogado irá procurá-la para acertos de detalhes da separação. Ela acena com um “está bem” e retorna para o seu lugar de pensamento. Ela ainda amava Ricardo e não aceitava aquela situação. Preferiria morrer a viver longe do marido. Como criaria as suas filhas? Que exemplo seria para elas? Custava-lhe muito crer que o motivo da separação era simplesmente uma alegação do marido: Não te amo mais! Como poderia ser isso? Quem havia feito tantas declarações de amor, quem jurou diante do altar amá-la, respeitá-la e ser-lhe fiel, agora não só quebra o juramento, como afirma que não sente mais nada por ela. Meu Senhor! Como pode ser isso? E mais lágrimas molham o seu lenço...
A situação de Carla é a mesma de muitos casais e certamente pode ser de alguém que está lendo esta postagem. Este problema parece ser muito corriqueiro em pleno século XXI. Casais estão se divorciando e a estatística é assustadora. Veja por exemplo esses números extraídos do site: www.acidigital.com/noticia.php?id=14263 “Em Madri, um divórcio a cada 27 minutos”. Na cidade de Madri, o IPF assinalou que no ano de 2007 para cada 10 matrimônios houve 08 divórcios. Só naquela cidade, em 10 anos foram apurados 91.000 divórcios, e atualmente a cada 27 minutos se oficializa uma quebra dos laços conjugais. Isto equivale a 53 matrimônios rompidos por dia, frente a 64 casamentos realizados.
Será então, que poderíamos rotular o casamento como um produto com data de validade? Gostaria que você pensasse a respeito desse tema. Você que está casado(a) ou você que está fazendo planos para o casamento, o que acha? Quero abordar e dividir com vocês essa questão e dentro em breve posicionar aqui no BLOG a famosa frase: “O que Deus uniu, não separe o homem!”
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
O CÉREBRO HUMANO
De aorcdo com uma peqsiusa
de uma uinrvesriddae ignlsea,
não ipomtra em qaul odrem as
Lteras de uma plravaa etãso,
a úncia csioa iprotmatne é que
a piremria e útmlia Lteras etejasm
no lgaur crteo. O rseto pdoe ser
uma bçguana ttaol, que vcoê
anida pdoe ler sem pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos
cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa
cmoo um tdoo.
Sohw de bloa.
Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!
terça-feira, 21 de outubro de 2008
O estudante e o barbeiro
Há muito tempo atrás, um estudante foi a um cabelereiro - naquela época o cabelereiro era chamado de barbeiro - então o barbeiro que já conhecia o estudante lhe disse:
- Sei que você é cristão e tenho que lhe dizer uma coisa: Deus não existe!
O estudante respondeu:
- E por quê você pensa dessa forma?
Respondeu o barbeiro:
- Não é possível que ele exista. É uma questão de lógica: vocês dizem que Deus é bom, que Deus é amor. Se Deus de fato existisse não existiria tanta guerra, tanta morte sofrida, tanta fome, tantas crianças morrendo na África, Tsunami e etc. Como Deus poderia existir e permitir que tudo isso aconteça?
Então o estudante ficou calado e pensativo. Depois que teve o cabelo cortado e a barba aparada pagou o barbeiro, se levantou e foi embora. Algum tempo depois o estudante volta ao barbeiro, abre a porta e diz:
- Barbeiros não existem!
O barbeiro ficou estupefato com a declaração do estudante e perguntou:
- Como assim boy? Barbeiros não existem? Eu sou barbeiro, e você sabe disso.
Então o estudante retrucou em voz mansa:
- Acabei de ver três mendigos na rua. Os três estavam com suas barbas e cabelos enormes, sujos e descuidados. Se barbeiros existissem com certeza aqueles mendigos não estariam naquele estado. Então eu só posso concluir que barbeiros não existem.
Muitos são como aquele barbeiro... e você?
CASAMENTO: PRODUTO COM DATA DE VALIDADE?
Nesses próximos dias estarei postando sobre o assunto.
Um grande abraço a todos.
